queda estúpida, salvo pelo capacete (1 viewing) (1) Guest
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TOPIC: queda estúpida, salvo pelo capacete
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queda estúpida, salvo pelo capacete 1 Year, 2 Months ago
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hoje fui buscar o meu almoço (frango assado, nham!), e no regresso, vou a mudar de faixa e um palhaço num carro não me deixa passar e aínda faz aquele sinal do "passa por cima"...
Fiquei lixado e fui atrás dele (sei que não se faz, mas enfim, foi para o lado que me deu).
Apanhei-o mais à frente num cruzamento, e disse-lhe "então?!! foste muito longe?!!"
Ele apanhou um bom susto porque não estava a contar comigo, ha ha!
Depois virei para seguir para o meu destino, mas o palhaço lá me chamou qualquer coisa, que nem me lembro o que era, e mais uma vez, lá vou eu atrás dele, mas desta vez o azar esteve do meu lado, porque com a pressa atalhei por um caminho com aqueles pisos muito lisos (e escorregadios), e a bicla foi para um lado e eu para o outro, e depois dos meus 92 quilinhos caírem, foi a vez da minha cabeça, que bateu num lancil, foi mesmo aquela pancada clássica do "coelho" (na nuca, no meu caso foi mais de lado), e parecia em câmara lenta, senti apenas que bati com aquela parte e dei graças por ter o capacete, que me protegeu a 100% e nem uma moça na cabeça!!
Sei que a queda foi parva, por uma razão parva, e já não malhava há mais de nove anos, mas pelo menos fiquei baril (uns arranhões nos braços apenas, bela sorte!), a bicla também está fixe, e eu aínda estou aqui, bem como o meu capacete.
Para a malta que acha que o capacete não é eficaz, experimentem uma queda destas a usar apenas um boné ou com a careca à mostra.
Seja como for, vou ter que temperar os ânimos; a velocidade é que faz destas coisas, e especialmente a velocidade mal controlada, que foi o caso.
(mesmo assim, soube bem ir lá dizer ao cabrão que ele não tinha ido muito longe!)
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enzo
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Re:queda estúpida, salvo pelo capacete 1 Year, 2 Months ago
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Para a malta que acha que o capacete não é eficaz, experimentem uma queda destas a usar apenas um boné ou com a careca à mostra.
Enzo,
1) A não ser que queiras repetir a queda desta vem SEM capacete, a bem dizer que não podes saber que papel desempenhou o capacete nas lesões que sofreste (ou não).
2) Vamos assumir que nesta situação específica, o capacete até te protegeu (o que acredito bem). É o tipo de quedas que acontecem também aos peões, e que nesses momentos o capacete também os poderiam proteger. Não fará sentido usar então capacete sempre que se vai andar a pé? Porque é que na bicicleta é uma questão de responsabilidade e auto-preservação, e a pé é ridículo ou simplesmente desnecessário?
Sim, bem sei que esta é uma discussão interminável.
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Re:queda estúpida, salvo pelo capacete 1 Year, 2 Months ago
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Ana,
Isso são argumentos muito batidos.
Sei que o papel que o capacete desempenhou na minha queda foi o de me proteger a cabeça, tanto que não sinto nada na cabeça. Se não tivesso capacete teria morrido? ou outra coisa? talvez não, mas ficaria com uma dor?, provavelmente sim.
Não percebo esta fixação pela não utilização do capacete.
Sabias que em Portugal começou-se a usar capacete nas provas de ciclismo por causa da queda do Joaquim Agostinho? achas que é uma estupidez?
Quanto ao uso daquele famoso argumento dos peões e dos capacetes, mais uma vez lembro que a velocidade é que "obriga" a usar mecanismos de protecção. Na biciclete estás mais sujeito a quedas do que a pé. Também acontecem quedas quando se vai a pé, e muita gente morre ao cair e bater com a cabeça, mas serão mais frequentes do que as quedas de bicla? sabes esses números? será que há números?
Mais uma coisa:
Sei que investes muito do teu tempo em tópicos de segurança, regras, obrigações, etc, mas não percebo a motivação para defender o não uso do capacete, ou argumentar que este não é eficaz, quando ao mesmo tempo falas nos sinais vermelhos e o facto de quase nunca passares "porque me sinto responsável por transmitir uma imagem dos ciclistas"
feedproxy.google.com/~r/BANANALOGIC/~3/FA49lXDCGOo/
é um bocado esquisito fazeres isso com os sinais vermelhor e não fazeres o mesmo com os capacetes, não é? a imagem de um ciclista sem capacete é mais impactante do que uma passagem de um sinal vermelho.
esta discussão é tão interminável como a do uso dos cintos de segurança.
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enzo
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Re:queda estúpida, salvo pelo capacete 1 Year, 2 Months ago
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enzo wrote:
Isso são argumentos muito batidos.
Eheheh, são tão batidos quantos os teus, por isso é que é uma discussão interminável.
Não percebo esta fixação pela não utilização do capacete.
Não é uma fixação. Apenas tenho uma opinião contrária à tua e empenho-me em explicá-la e defender os argumentos que a sustentam porque é um assunto com muitas implicações "externas" importantes, umas menos óbvias que outras.
Já usei capacete antes, e vejo-me a usá-lo novamente em determinadas situações específicas (ex.: se começar a fazer BTT, se for viajar para sítios com vias complicadas em que eu sei que a probabilidade de eu cair é mais significativa, etc).
Não sou anti-capacete, sou anti-usar o capacete sem perceber como, porquê e para quê, e as implicações dessa opção. E questões de segurança aparte, o capacete pode dar jeito quando está frio ou chuva, para segurar um espelho, etc, etc.  Tenho visto alguns que me agradam apenas por questões estilísticas e/ou utilitárias e sou capaz de usar um eventualmente.
Sabias que em Portugal começou-se a usar capacete nas provas de ciclismo por causa da queda do Joaquim Agostinho? achas que é uma estupidez?
Não acho que seja uma estupidez, se corresse também usaria. Simplesmente há uma diferença entre usar a bicicleta num cenário lúdico ou utilitário e usá-la num cenário desportivo e de competição (ainda mais em corrida de pelotão!), em que a velocidade média durante uma corrida chega quase aos 60 Km/h e em que se atingem velocidades máximas na ordem dos 120 Km/h!!
Não uso capacete quando conduzo a minha bicicleta no dia-a-dia pela mesma razão que não uso a conduzir o meu carro, no entanto, os tipos da NASCAR usam capacete (e mais uma parafernália de sistemas de segurança), num contexto desportivo, de competição (em grupo/pelotão), em cenários de velocidades médias de 300 Km/h e velocidades máximas de 340 Km/h.
Deixei de usar capacete por várias razões: fazia-me transpirar mais, dava-me "helmet head", era mais uma tralha que tinha que transportar e pôr e tirar, tudo indica que a protecção que me pode dar é muito limitada, e ao mesmo tempo aumenta a probabilidade de eu me envolver numa queda ou num acidente porque 1) os outros utentes das vias arriscam mais ao interagir comigo e 2) dá-me uma falsa sensação de segurança acrescida, o que aumenta a minha confiança e comportamentos de risco (isto é algo que já foi observado também nos racers da NASCAR, por exemplo), e passa uma imagem do uso da bicicleta como uma actividade perigosa, quando não o é (e fazendo parte de um grupo minoritário não quero dar imagens falsas que ainda por cima podem prejudicar o seu crescimento, que é algo benéfico para todos), é o fenómeno da compensação do risco, que afectou também a questão dos cintos de segurança ou dos capacetes para motociclistas, por exemplo. Aliás, quem sabe, se não estivesses de capacete talvez não tivesses corrido atrás do gajo e nunca tivesses chegado a cair.  Ou talvez não tivesse feito diferença, não sabemos porque não dá para repetir a experiência (um problema dos estudos epidemiológicos).
Quanto ao uso daquele famoso argumento dos peões e dos capacetes, mais uma vez lembro que a velocidade é que "obriga" a usar mecanismos de protecção.
Não, não é a velocidade, é o risco, sendo que o risco é uma combinação da probabilidade de teres um acidente e da gravidade potencial das lesões dele derivadas. E esses mecanismos de protecção só são adoptados se forem práticos e tiverem capacidade de realmente fazer diferença.
Na biciclete estás mais sujeito a quedas do que a pé.
Não vejo porquê, à partida, em cada caso isolado, e respeitante a mim individualmente, a probabilidade é a mesma para caminhar ou pedalar, tenho 50% de probabilidade de cair, e 50% de probabilidade de não cair. O que talvez seja maior é a probabilidade de as lesões derivadas de uma queda em bicicleta serem mais graves que as derivadas de uma queda a pé, porque a força envolvida no embate é maior. Contudo, muitas vezes não é a energia da queda, mas o local e o tipo de impacto (podes desmaiar, cair e bater com a cabeça em determinado sítio de uma forma que te pode mater ou deixar com lesões graves irreversíveis. Depois podemos é olhar para as probabilidades estatísticas, com base nos registos de acidentes.
Também acontecem quedas quando se vai a pé, e muita gente morre ao cair e bater com a cabeça, mas serão mais frequentes do que as quedas de bicla? sabes esses números? será que há números?
Claro que há números.  Embora não sei se há para o caso português (já procurei antes mas nunca chego a nada, provavelmente porque não são feitos estudos a esse nível?). :-\
Exemplo dos EUA em 2005:
Probabilidade de morrer em 2005 num acidente com um veículo motorizado:
Peão: 1 em 48.816
Ciclista: 1 em 319.857
Probabilidade de morrer em 2005 devido a uma queda: 1 em 15.085
Claro que haverá imensas variáveis a analisar por detrás destes números (e de todos aqueles artigos científicos, o que torna isto um assunto complexo e difícil de discutir de forma informada), mas dá uma indicação geral.
Mais uma coisa: Sei que investes muito do teu tempo em tópicos de segurança, regras, obrigações, etc, mas não percebo a motivação para defender o não uso do capacete, ou argumentar que este não é eficaz, quando ao mesmo tempo falas nos sinais vermelhos e o facto de quase nunca passares "porque me sinto responsável por transmitir uma imagem dos ciclistas"
feedproxy.google.com/~r/BANANALOGIC/~3/FA49lXDCGOo/
é um bocado esquisito fazeres isso com os sinais vermelhor e não fazeres o mesmo com os capacetes, não é? a imagem de um ciclista sem capacete é mais impactante do que uma passagem de um sinal vermelho.
Estás a misturar coisas distintas e não-relacionadas.. Como já referi, eu não defendo o não-uso do capacete (mas defendo com unhas e dentes a não-obrigatoriedade do uso do mesmo), simplesmente manifesto a opinião pessoal em que me baseio para não o usar, e alerto as pessoas para as implicações da opção de usar o capacete (geralmente não preciso de as alertar para as implicações de não usar...).
Depois, argumento que o capacete para ciclistas padrão actualmente não é eficaz nas situações em que as pessoas commumente pensam que ele as protege, as quedas e as colisões aparatosas (nomeadamente com carros), porque não é, assim dizem os padrões sob os quais eles são testados e vários estudos epidemiológicos em que se observa que, obviamente, ciclistas com capacete também morrem em acidentes rodoviários.
Não é um chapéu de poliestireno expandido que te salva a vida (ou a qualidade dela) numa colisão em velocidade com um objecto metálico de 1 tonelada, ele não tem capacidade de absorver tanta energia num impacto linear, não te protege das lesões mais graves, causadas pela aceleração rotacional do cérebro, não te protege o pescoço nem os orgãos vitais. O que ele pode fazer é evitar que lesões não-fatais sejam mais reduzidas, incluindo as lacerações. Estas lesões não-fatais seriam então as derivadas de impactos lineares a baixa velocidade, como as quedas. Estas eu procuro evitar mantendo a minha bicicleta em condições seguras de funcionamento, e sendo cautelosa na minha condução. Estou sujeita a erros e a azares, claro, mas porque usaria capacete para esses quando não usaria para aqueles a que estou sujeita a pé, tão ou mais improváveis que os em bicicleta?
Eu usar ou não capacete só me afecta a mim, e passa uma imagem - para uns o facto de não o usar passará uma imagem de irresponsabilidade, porque na cabeça deles andar de bicicleta é uma actividade perigosa, para outros será de newbieness, para outros será a de que usar bicicleta é uma actividade normal e tão segura como andar a pé, pelo menos, o que os pode incentivar a andar também. Já se eu usar o dito capacete podem pensar que têm que ter menos cuidado comigo porque eu vou "protegida" ou que sou "uma pro", bem como captar a ideia do uso da bicicleta como uma actividade perigosa.
Já eu passar vermelhos afecta os outros, porque estou a infringir uma regra que se aplica a todos por igual (a questão é se devia ser assim). Se eu passar vermelhos mesmo quando tal é mais seguro para mim enquanto ciclista (como no vídeo que publiquei), os automobilistas não vão perceber o porquê nem aceitar, a imagem que passo dos ciclistas será a de irresponsáveis, chicos-espertos, etc. Independentemente de os automobilistas também fazerem a mesma coisa muitas vezes. Mas como "toda a gente" é automobilista ou se identifica com eles e tal não acontece com os ciclistas (que são um outgroup), não tem o mesmo impacto na percepção pública desse grupo dominante.
esta discussão é tão interminável como a do uso dos cintos de segurança.
Nunca tinha pensado nisso antes de começar a estudar a questão dos capacetes para ciclistas. Hoje estou inclinada a achar que a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança em automóveis é um abuso da liberdade individual de cada um (mais ainda do que no caso homólogo dos capacetes para motociclistas, porque é um sistema de retenção), e que os benefícios a nível da redução da sinistralidade rodoviária foram rapidamente anulados pela compensação do risco.
Este é um tem fascinante e complexo. Quanto mais leio mais me apercebo que tenho muito mais para estudar. As minhas opiniões estão em desenvolvimento e sujeitas a alterarem-se, claro, e estou receptiva a isso (afinal, só não muda de ideias quem não as tem), mas já li e reflecti o suficiente para ter alguma confiança nesta minha opinião.
"Forçaste-me" a escrever um post que há muito andava a procrastinar, obrigada.  Vou postá-lo no blog.
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Last Edit: 2009/06/27 17:02 By anabananasplit.
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Re:queda estúpida, salvo pelo capacete 1 Year, 2 Months ago
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Boa, gostei muito da tua resposta!!  parabéns!
Gostava de dizer o seguinte:
01. No meu post anterior devia ter mencionado as grandes diferenças entre os ciclistas e os peões, que são: o ciclista está muito mais alto do que o peão (a queda concerteza é maior), e mais importante, está em constante equilíbrio!
Tu Disseste:
"Estou sujeita a erros e a azares, claro, mas porque usaria capacete para esses quando não usaria para aqueles a que estou sujeita a pé, tão ou mais improváveis que os em bicicleta?"
Achas mais improvável cair de biciclete do que cair a pé?
Pois na minha experiência, já não caio a pé há mais de 20 anos, e de bicla acabei de cair ontem. E uma prevenção é uma prevenção, é exactamente para os casos em que acontece, mesmo que te faça transpirar ou não ter estilo nenhum.
02. estou atento a outras opiniões, e até compreendo muitos dos teus argumentos, mas gostava que fizesses um exercício (até será bom para complementares ao teu post que por si só já está tão bom), tenta perguntar o seguinte a uma série de pessoas:
"Se caires e bateres com a cabeça, preferias ter capacete ou não ter capacete?"
(podes adicionar o "de biciclete", mas para este exercício não acho que seja preciso)
Onde eu quero chegar é que aposto que a maioria das respostas será pelo capacete, isto porque é puro senso comum.
Aqui é que eu não percebo a tua opinião... é uma questão tão simples, e espero que nunca te arrependas de um dia cair, bateres com a cabeça e de não teres o capacete posto, porque acho que até tu és capaz de achar que é melhor ter qualquer coisa a proteger a cabeça do que nada, ou não?
Eu até tinha falado na velocidade como sendo uma das razões para as quedas, mas realmente muitas vezes até pode ser uma questão de circunstâncias, o famoso "azar", e tal como disse, na biciclete estás em equilíbrio, e podes cair mais de alto.
Eu disse:
"Na biciclete estás mais sujeito a quedas do que a pé."
Tu disseste:
"Não vejo porquê, à partida, em cada caso isolado, e respeitante a mim individualmente, a probabilidade é a mesma para caminhar ou pedalar, tenho 50% de probabilidade de cair, e 50% de probabilidade de não cair."
o "porquê" é exactamente o facto de estares em equilíbrio.
E as tuas contas (50%) são baseadas em quê? isto não é um 50/50, poderias usar esse exemplo com as moedas, agora no caso da bicla, (ou a pé) não tens duas faces, isso só seria verdade se em 10 percursos tivesses caido 5 vezes, uma por percurso, isso sim dá 50/50. A matemática é simples... A imprevisibilidade nestas coisas não pode ser medida em percentagem, porque se tu nunca caiste, até posso dizer que tens uma probabilidade de 99,9% de caires na próxima vez que andares, e isso pode não acontecer, lá está os 0,1%, ou se preferires, ao contrário, tens 0,1% de caires, e eu tenho a opinião de que é melhor prevenir do que remediar, exactamente para estas imprevisibilidades.
Prevenção, é isso que o capacete é, nunca fez mal a ninguém. É o mesmo dos seguros, provavelmente nunca precisas, mas um dia...
Já agora, este artigo www.howwedrive.com/2008/10/01/to-wear-or...er-on-cycle-helmets/, que fala sobre um estudo sobre a eficácia do capacete, há um parágrafo em que o autor diz:
"I’d always recommend helmets for children, whose accidents are slow-speed falls in the absence of traffic.", a seguir diz "But for adults, who travel at higher speeds, often in the presence of motor vehicles, we will never have a 100% reliable answer about whether they decrease or increase risk."
Acho isto uma imbecilidade e uma hipocrisia.
Ora, a opinião é de que se a queda for muito violenta, o capacete não será eficaz?
E se a queda for em "slow-speed" no adulto?
Então o adulto tem que pensar: "hoje vou em slow-speed, não me posso esquecer do capacete", ha ha!
Esta malta acha que o adulto é tão radical que consegue dominar a queda para não bater com a cabeça?, daí as crianças precisarem de capacete, porque não tem esse domínio?
Qual é a tua opinão em relação ao capacete nas crianças?
03. sobre o cinto de segurança, estava para te perguntar se o usas? (ou melhor, se não fosse obrigatório, usalo-ias?).
Também duvidas da eficácia dos cintos?
Para concluir:
Como vês aínda tenho estas dúvidas sobre as tuas opiniões...
A sensação com que fico é que parece que estás a falar sem experiência de quedas/acidentes, e os teus argumentos são em geral muito teóricos. Eu ontem passei da teoria para a prática, sei de certeza que o capacete me safou de um bom galo ou pior.
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enzo
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Re:queda estúpida, salvo pelo capacete 1 Year, 2 Months ago
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ehehe
e a questão continua....muito boas estas trocas de opinião.
Eu continuo com a opinião de que quem quer utilizar o capacete a andar de bicicleta FAÇA O FAVOR, sem o querer impôr aos restantes.
E por favor evitem estas reacções "a quente" contra automobilistas... contra mim falo, mas respostas calmas têm bastante mais efeito.
E acredita que as reacções dos automobilistas mudam caso andes todo equipado (lycra e carolo) em comparação a andares "casual" de bicla. E não é teoria! Eu ando todos os dias!! ;o)
Fiquem bem
com ou sem capacete 
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gnpais
ginga master
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Re:queda estúpida, salvo pelo capacete 1 Year, 2 Months ago
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Sem me querer meter nesta confusão de usar ou não usar capacete (eu uso e estou-me marimbando se os outros usam ou não, à excepção dos meus filhos) dou uma dica ao Enzo:
Se de facto bateste com a cabeça num lancil, aconselho que separes a parte dura exterior do resto do capacete e vejas se o esferovite tem uma mossa. Se não tiver, a pancada não foi muito grande e podes voltar a colar tudo com fita isoladora, mas se tiver provavelmente o capacete devia ser substituído pois já está fragilizado.
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mpf
Gold Boarder
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